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sexta-feira, 2 de junho de 2023

SEGUNDA CARTA AOS CORINTIOS CAPÍTULO 6

 



ESTUDO BÍBLICO para CEBs

Pe Paolo Cugini

 

1-2 liga-se com o que precede. O perdão, que renove o pecado, completa-se com a graça, que é uma nova situação favorável. Chegou o dia do grande jubileu do perdão de dívidas (Lv 25; Dt 15, 1-11; Is 61,1). É preciso aproveitá-lo beneficiando-se dele. O texto bíblico (Is 49,8) é tirado do segundo cântico do servo: contém uma mensagem de reconciliação e um anúncio de repatriação: isso se cumpre plenamente na obra de Cristo. O segundo êxodo aponta para o terceiro e definitivo.

Não receber em vão a graça de Deus: pode acontecer de acolher a graça de Deus só exteriormente e ela não vai brotar nenhum fruto. Estas palavras duras visam alertar contra as falsas seguranças.  

Em vão- grego- eis kenon- ? – É preciso avaliar a própria caminhada para que se percebermos que na nossa vida não está saindo nenhum fruto é preciso restabelecer uma nova caminhada de conversão para com Cristo.

Vede, este é o tempo favorável- Kairós: Paulo, nas palavras do profeta Isaías percebe que Deus está dando através de Cristo , uma possibilidade aos homens para se converter, uma possibilidade que não voltará (cf Hb 4) [Fazer uma pesquisa sobre a palavra Kairós]

 

Pobreza e riqueza do ministério [6,3-10]

3-4: Paulo sabe que tendo aquilo que de negativo é falado sobre o Apóstolo vai ter uma repercussão sobre o seu ministério. Paulo então, se esforça de evitar qualquer escândalo.

Paulo recusa-se de recomendar a si mesmo com palavras (3,1; 5,12; 10,12).

Ele quer mostrar aqui a própria conduta.

Os apóstolos são ministros de Deus – diakonia- Jesus nas parábolas apresenta várias vezes como servo fiel de Deus (Mt 20,1-16; Mt 24,45-51).

O serviço é o comportamento do discípulo (Mc 10,43)- Além disso Paulo é ministro de Deus como apóstolo (cf. Col 1,23; 2Cor 1,1). Como Apóstolo, ele é de tal forma ao serviço do Senhor que não consegue mais dispor de si mesmo. Servo- aponta também ao despojamento de si mesmo que faz parte do ministério apostólico, que o coloca a total serviço de Deus. As fadigas e os sofrimentos, são uma conseqüência.

Paciência: ficar debaixo- indica a resistência e a perseverança, na espera confiante da intervenção de Deus e da salvação final.

Tribulações (angústias): fazem parte da vida cristã no mundo (Lc 8,15; 21,19); são participações à paixão de Cristo, que sofre nos seus membros (4,10ss). Estas tribulações e angústias são a marca do tempo presente como tempo escatológico (cf. Mt 24,21; Ap 1,9; Rm 8, 14).

v.5: lista de sofrimentos que se encontram no ministério apostólico.

Açoites: nas praças, nas sinagogas.

Prisões: várias vezes Paulo ficou preso At16, 23;  23,35; 28,16; Ef 3,1; Fil 1,7; Col 4,18)

Motivos: At 13,50; 14,18; 16,19; 19, 28

Fadigas: são aquelas de trabalho apostólico em todas as comunidades que se tornam difícil para com aquelas caminhadas rebeldes.

Vigílias: Paulo passou mais de uma noite sem dormir na prisão (At 16, 25); as vezes exercia o ministério da noite (At 20, 31). Talvez de dia trabalhava como artesão pra ganhar o pão e então podia fazer o trabalho apostólico só de noite (1 Cor 4, 11; 1 Ts 2, 8).

Jejum: privações de alimentos na prisão, no trabalho e por conseqüência da pobreza.

 

6-7 Agora Paulo fala das virtudes e dos dons espirituais que alcançam no ministério.

Pureza: integridade – santidade de vida em sentido geral.

Conhecimento: gnosei – só aquele que tem o Espírito pode ter conhecimento (cf 1 Cor 14, 6); é a tarefa do Apostolo difundir o conhecimento (2, 14).

Benevolência e bondade: é o instrumento do ministério para ganhar os homens a Cristo.

Caridade sem fingir: só esta caridade autêntica fica para sempre.

Palavra de verdade: pode apontar aquela palavra firme e sincera que Paulo sempre usou; mas também pode apontar ao Evangelho que é verdade e comunica a verdade (cf Ef 1, 13; Col 1, 5; 2 Tm 2, 16).

Força de Deus: Deinomis Then

8-10 – A linguagem de Paulo alcança uma grande eficácia pelo fato que as expressões são ligadas de duas em duas, colocadas a antítese e, no mesmo tempo unidas. Os homens julgaram os apóstolos de uma forma ou de outra forma. Mas este julgamento não consegue prender Paulo, na sua caminhada.

Paulo nos ensina a aprender a caminhar nas contradições da vida e passar em frente com os olhos sempre fitos no Senhor Jesus.

 

- Perante o mundo os apóstolos são considerados impostores. Mas no julgamento da própria consciência os apóstolos são autênticos: os apóstolos de fato são os servos da verdade.

Conhecidos: eles não são conhecidos como os grandes do mundo, mas na verdade eles são bem conhecidos pelas pessoas da Igreja que buscam a verdade.

Castigo – cfr Sal 118, 7; 1 Cor 11, 32).

- Dificuldades e tribulações geram aflições. Mas apesar de serem tribulados, os apóstolos estão sempre cheios de alegria pela esperança da salvação futura.

 

•           Os apóstolos são pobres de bens exteriores, mas tem uma grande riqueza interior. A riqueza deles é também a promessa da vida eterna (Mt 16, 25) (Lc 6, 23) (Ap 2, 9). Atingindo da própria riqueza os apóstolos esbanjam consolação para com todos.

Schocheb vv. 8-10 – paradoxos. São 7 e aparecem derivados do mistério Pascal com algo do Espírito das bem-aventuranças. O que os homens julgam desprezível é o valor autêntico. (cf Sl 118, 18).

- Morrendo, ou seja, em perigo constante de morte, por causas humanas ou materiais. Mas vivos de uma vida superior (Lc 6, 20-21).

11-13: Das considerações gerais sobre o apostolado passa à relação concreta com os Corintios. Pessoa o tema do consolo (1, 3-7) e da alegria partilhada (2, 1-4).

A “largueza” não é aqui intelectual, como a de Salomão (1 Rs 5, 9), mas cordial, de afeto e compreensão, a qual os Coríntios devem corresponder, “dilatando” sua mesquinhez estreiteza (cf Is 49, 19-20; 54, 2-3) o texto interrompe bruscamente e continua com perfeita coerência em 7, 2-4.

12 – os Coríntios tem um grande espaço no coração de Paulo, mas eles concedem para Paulo só um lugarzinho. Aquilo que aperta o coração dos Coríntios é a desconfiança e o prestar ouvido as fofocas.

13 – Através da pregação o apostolo é pai da comunidade.

6, 14 – 7,1: É uma exortação breve e veemente para distanciar-se do mundo pagão.

5 preposições interrogativas (?), sublinham que é impossível fazer causa comum com os infiéis.

Justiça e injustiça: na origem esta é a antítese entre judaísmo e paganismo.

O Judeu busca a justiça perante Deus, na observância da lei. O pagão, e o homem sem lei: para o cristão a justiça é um dom gratuito de Deus, que ele deve realizar na vida.

Treva e luz: luz: é o reino de Deus (Lc 16, 8) o reino de Cristo (Ef 5, 14); as trevas são o reino de satanás (Lc 22, 53). (cfr – Jo 1, 5; 3, 19; 12,35) – sentido moral – Ef 5, 8; Rom 13, 12; 1 Jo 2, 9.

 

Cristo e Belchior: Ninguém pode servir ao mesmo tempo a Deus e ao Satanás (Mt 6, 24).

Templo de Deus e ídolos: no A.To maior pavor era colocar os ídolos no Templo (2 Reis 21, 7; 23; Dn 9, 27). Os deuses pagãos são mortos – (1 Ts 1, 9).

16b -19: As citações provêm da lei e dos profetas. A primeira é tirada das bênçãos do Levítico (Lv 26, 12). A segunda de Is (52, 11), convidando os desterrados sair da Babilônia num novo êxodo. A terceira vem da promessa dinástica de Deus (2 Sam 7, 14), que agora se estende a todos os cristãos; a especificação “filhos e filhas”  van de Is 43, 6.

- Paulo confirma e respalda as afirmações para ele mesmo feitas através de algumas citações do A. T.

17        Como povo santo de Deus, os cristãos não podem contaminar-se com os pagãos (Is 52, 11). Purificando no meio dos pagãos, deixem sair do mundo, separar-se dos vícios pagãos.

18        Deus é o Pai bondoso e todos são filhos e filhas de Deus. Isso mesmo é o Evangelho de Jesus: Deus é o Pai dos seus filhos. (Rom 8, 15; gal. 4, 63).

terça-feira, 14 de dezembro de 2021

DOMINGO XXIV/C

 



(Ex 32,7-11.13-14; Sal 51; 1 Tim 1, 12-17; Lc 15, 11-32)

 

Paolo Cugini

1. “Um homem tinha dois filhos” (Lc 15,11).

Dizia um grande poeta e filosofo francês, Charles Péguy, que quando estas palavras são proclamadas, ninguém agüenta: toda a humanidade chora. A parábola do filho pródigo, que acabamos de ouvir, mexe com as nossas entranhas, com o nosso emocional, porque chega na profundeza da nossa interioridade desvendando a nossa mesma realidade, a verdade de quem somos nós mesmos. Em outras palavras o conteúdo da Parábola do filho pródigo contem uma verdade tão profunda e autentica que ninguém consegue se esconder: arrebenta a nossa alma. Por isso é importante lê-la em silencio, meditá-la no escondido, para saborear aquilo que tem a dizer para mim, pela nossa conversão e, sobretudo, pela autenticidade da nossa seqüela ao Senhor. Se analisarmos com atenção a parábola do filho pródigo tem dois ensinamentos fundamentais. De um lado revela algo sobre a condição humana e do outro a mesma parábola revela algo sobre Deus. OS dois filhos são o símbolo da humanidade: por isso é importante parar a nossa atenção sobre eles pra ver o que a postura deles tem pra nós ensinar.

 

2. “O filho mais novo disse ao Pai: ‘Pai dá-me a parte de herança que me cabe’. E o Pai dividiu os bens entre eles” (Lc 15, 12).

Existe toda uma humanidade que sonha a realização da própria vida fora do alcance de Deus. São as pessoas que um dia levantam da cama decidindo que a vida é deles e a ninguém devem prestar conta. É aquela convicção que vem da juventude, da saúde, das condições materiais que nos levam a acreditar que somos os únicos senhores da nossa vida. Perante esta arrogância acho extremamente interessante a postura do Pai: não questiona nada, mas faz aquilo que o filho pede: o deixa livre de realizara sua vida do jeito que ele quiser. É um grandíssimo ensinamento para os pais: a paternidade é fecunda quando é alicerçada na liberdade, pois a liberdade é um reflexo da imagem de Deus. Quando pelo contrario os pais querem fazer de tudo para impedir que os filhos façam besteiras, chegando até a si substituir á liberdade dos próprios filhos, é ali que o bicho pega. Nessa altura podemos questionar: mas porque o pai não disse e não fez nada para impedir que o filho saísse de casa? Ao longo do texto podemos encontrar varias respostas. A primeira é que o pai era tranqüilo na própria tarefa de Pai. Ele sabia que tudo aquilo de bom que tinha semeado no coração do filho na infância e na adolescência, antes ou depois teria surtido efeito. De fato, na hora do grande sofrimento e da grande perdição quando o filho entrou em si mesmo, quem encontrou no fundo do seu coração? O Pai! É na infância e na adolescência que as forças educativas e espirituais devem ser dobradas para colocar os filhos no caminho da realidade. A segunda resposta ao problema sobre colocado é que o pai conhecia muito bem o seu filho e sabia que era daquela raça rebelde de cabeça dura, metido a sabido, que não vai com a cara de ninguém, que se acha o tal e que quando bota na cabeça uma idéia não tem jeito algum para tirá-la. Existe toda uma humanidade que para descobrir a própria identidade, para descobrir o sentido da própria vida parece que deve quebrar a cara. O filho que sai de casa descobre que o tesouro maior que tinha na vida estava exatamente lá aonde tinha decido de se afastar. São os mistérios da vida: às vezes precisamos rodear o mundo para descobrirmos aquilo que está perto de nós. Tem um terceiro ensinamento que podemos tirar da historia deste filho rebelde. Os prazeres da carne, junto com os prazeres materiais que o mundo nos oferece são puras ilusões, não proporcionam a felicidade, mas sim esvaziam a pessoa que entra neste caminho. Tudo mundo sabe disso, mas poucos conseguem ficar de fora do caminho da perdição. Porque? Porque a força dos sentidos é devastadora, e que não aprende a lidar com a própria interioridade desde a infância, para controlar os instintos e assim dirigi-los aonde nós quisermos, se torna escravo deles. É isso que nos ensina esta historia triste: o caminho da liberdade está no amor do Pai, é Ele a fonte da nossa vida.

 

3. “O filho mais velho estava no campo... Ficou com raiva e não queria entrar”(Lc 15, 25.28).

A postura do filho mais velho nos ensina que não adianta ficar perto do Pai: depende como ficamos. Podemos, de fato, fugir da nossa realidade, permanecendo no lugar. Quantas vezes nas nossas famílias têm familiares que não ligam com nada, parece que estejam sempre voando. E quando nos distanciamos da realidade, começamos a pensar besteiras, a fantasiar, botando gosto ruim naquilo que é bom. “E tu nunca me deste um cabrito para eu festejar com meus amigos”. Oh, coitado! Quando perdemos o contato com a realidade, nos fechando em nós mesmos, construindo no nosso imaginário um mundo de fantasia, transformamos o bem em mal, prejudicando assim o nosso relacionamento positivo com os outros, sobretudo com as pessoas que mais amamos.  Interessante é também um outro dato. Foi necessário o filho mais novo se mandar e estragar a sua vida, para que pudesse emergir aquilo que se escondia no fundo do coração do filho mais velho. Quer dizer isso? Acho que esta Palavra nos ensina a não julgar os eventos na sua manifestação factual, mas precisamos sempre colocar tudo nas mãos de Deus, esperando que seja Ele á abrir os nossos olhos para interpretarmos assim a historia do jeito que Deus a está escrevendo. De uma certa forma é a perdição do irmão mais novo que salva o irmão mais velho do abismo do seu egoísmo. Tudo isso é bastante impressionante, porque nos mostra o lado providencial de Deus, que respeita a nossa liberdade e sabe realizar historia bonitas com os pedaços da nossa humanidade esbagaçada.

 O filho mais velho, apesar de ter sido fiel ao pai permanecendo perto dele, precisou sentir uma verdade: “Filho, tu estás sempre comigo e tudo o que é meu é teu”. Mais uma vez é o Pai que com a sua realidade, que é a mesma Verdade, purifica as ilusões falsas formadas ao longo do tempo na nossa cabeça, restituindo paz e serenidade a alma. É a Palavra do Pai que precisamos escutar para que tudo na nossa vida seja renovado. É o amor do Pai que devemos acolher, amor que purifica e renova constantemente as nossas vidas. Por isso vale a pena estarmos aqui reunidos no redor desta Eucaristia, para nos alimentarmos do pão da Palavra de Deus que alimenta a nossa alma, nos orientando sobre o cominho a ser tomado, e para nos alimentarmos do corpo de Cristo que infunde nos nossos corações o amor de Deus, do pai misericordioso, que almeja a toda hora a nossa salvação. Amém.

 

Pe Paolo Cugini, Tapiramutá-BA.

sábado, 20 de outubro de 2018

EVANGELHO DE LUCAS CAPITULO 17



Estudo Bíblico para CEBs
Paolo Cugini

1-10. É o que um escândalo? É algo que provoca a decepção dos discípulos ao ponto de se afastarem da comunidade. Por isso é importante aprender a vigiar sobre as nossas atitudes, a nossa conduta.
3. Somos responsáveis um dos outros dentro da comunidade. Quando percebemos que algumas pessoas da comunidade estão vivenciando algo de errado devemos chamar atenção (chame atenção dele). Não podemos fechar os olhos perante o mal, pois se fizermos isso, o mal estará se espalhando e tomando conta de tudo. A omissão é pecado.

4. A comunidade vai pra frente quando tem pessoas que pedem perdão e outras que perdoam. Alguém poderia perguntar: é mais fácil pedir perdão ou perdoar? O versículo 4 demostra que esta pergunta está errada porque o Evangelho nos convida a fazer as mesmas coisas: pedir perdão e perdoar.

5-10. A fé é a confiança na Palavra de Deus. Uma pessoa que confia em Deus vive a própria existência como um serviço, sem cobrar nada porque é servindo com amor a Deus que participemos da sua vida eterna. “Fizemos o que devíamos fazer”. Esta é uma frase que deveria ser na boca de todas as pessoas que se disponibilizam em fazer trabalhos na igreja, que devem ser feito não por buscar visibilidade ou querer ser agradecidos, mas simplesmente por amor a Deus.

11-19. A oração mais importante que devemos aprender é a ação de graça, pois toda vez que agradecemos, manifestemos a nossa fé na ação de Deus na nossa vida. Agradecer a Deus além de ser sinal de fé é também fruto da humildade, pois somente uma pessoa humilde reconhece a fonte da própria vida. O fato que somente um voltou para agradecer a Deus demostra que muitas vezes estamos na Igreja, rezando a Deus somente por um mero interesse pessoal e, quando ficamos satisfeitos, viramos as costas. O caminho atrás do Senhor deveria nos ajudar a sair do nosso egoísmo, para nos tornarmos pessoas mais humanas, mais atentas aos outros.

Levanta-te e vá. Sua fé o salvou: quem nos salva é a fé em Deus e, nestes versículos a fé se manifesta como capacidade de agradecer a Deus daquilo que acontece na nossa Vida. Não basta, então, ser beneficiados por Deu: precisamos ter a humildade de agradecê-lo.

20-21. O Reino de Deus não vem ostensivamente: quer dizer isso? Que não devemos procurar Deus aonde Ele não está, aonde Ele não se dá bem, ou seja, nas multidões, nos eventos de massa, nas situações de propaganda. O reino de Deus está no meio de nós: é no dia a dia que Deus se manifesta na nossa vida, por isso precisamos dar mais valor à nossa vida cotidiana, aos nosso relacionamentos corriqueiros.

22-37. Como nos dias de Noé e de Ló: as pessoas comiam e bebiam e Deus passou para destruir tudo salvando somente algumas pessoas. Versículos de cunho apocalíptico cujo objetivo é alertar as pessoas para que levem a sérios a mensagem de Jesus. Contra a aparência de um mundo que vai se formando com um estilo próprio feito de ganancia e da busca dos prazeres da vida, existe a proposta de Jesus, o único caminho que leva a salvação. É um caminho que se percebe somente tendo fé nele. Por isso não adianta ganhar o mundo se depois perdemos a vida: quem procura ganhar a própria vida vai perde-la; quem a perde vai conservá-la. Perder a vida para o Senhor: é isso a única coisa que vale.